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Como o título do post deixa claro, a minha mãe Maura Barbosa Gianini, deu seu ultimo suspiro nessa madrugada às 02:00. Tambem este blog faz a sua ultima publicação e permanecesse aqui como forma de homenagem à ela e ao meu pai tambem.

Foi bem nascido mesmo este meu veículo pessoal que inaugurou as suas postagens no dia do aniversário dela em 20/12/2009, conforme esse post – Feliz Aniversário – Um blog bem nascido!

De acordo com o post anterior, tenho a convicção de que a minha mãe esteve sob os cuidados de médicos muito dedicados e competentes. Estou consciente de que lhe dei uma chance real, muito embora as condições fossem bem difíceis. Mesmo não tendo conseguido dar-lhe em vida tudo que planejei e que merecia como poucas pessoas, fiz o que esteve ao meu alcance para recuperá-la, a partir da sua primeira internação em Outubro do ano passado.

Na foto que segue, um registro de um momento feliz dos meus pais, há muitos anos em Campos do Jordão.

Clemente Vicente Gianini e Maura Barbosa Gianini

Às muitas pessoas que se manifestaram e me ajudaram nesses momentos difíceis que foram os ultimos meses, agradeço fazendo uso de uma frase dela que foi proferida incontáveis vezes na sua vida – Deus te pague.

Deus Te Pague minha mãe por tudo que voce foi.
Esteja em paz.

(imagem: reprodução)

O mínimo que devo fazer é agradecer públicamente à toda equipe do Hospital São Paulo, dando alguns dos meus argumentos, conforme segue.

Voce teria uma facilidade muito grande de definir qual oficina mecanica ou concessionária é considerada a melhor para a manutenção do seu carro. Mas se sentiria no meio de uma guerra psicológica quando tiver que decidir em qual hospital levar o seu ente mais querido. A situação ganha ares dramáticos se voce for a única pessoa responsável por tal decisão, numa condição em que o próprio paciente não tem meios de manifestar a sua vontade, de exercer as suas escolhas de forma autonoma. Então voce, o seu estado, a sua sanidade, a sua capacidade de discernir e decidir, são os responsáveis por uma vida. É uma responsabilidade muito grande, mesmo que se leve em consideração que os agentes que estão capacitados a manter essa vida sejam os médicos e não voce individualmente.

Assim, a vida de uma pessoa depende da sua escolha individual. Se voce acerta ela tem chances. Se voce não acerta as chances podem deixar de existir. E eu tinha em mente no dia 5 de Janeiro desse ano, justamente a noção de dar à minha mãe uma coisa que ela merece como nunca na sua vida – uma chance. E acertei na mosca quando no prosseguimento do processo vi a minha mãe nas mãos de autenticos anjos da guarda. Pode parece exagero meu, mas a condição dramática dos eventos (vários) me deixaram esse sentimento de forma clara.

Quero lembrar agora que o início de vida útil da minha mãe se deu no início dos anos 1950 na enfermaria da Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto, o mesmo local onde ela conheceu meu pai, acamado após cirurgia ortopédica, e onde tambem mais tarde eu vim ao mundo. É óbvio que uma pessoa dessas deve merecer um tratamento hospitalar à altura das suas reais necessidades. Especialmente se levarmos em consideração que se trata de uma pessoa que começou a sua vida cuidando de outros e que mais tarde teve que fazer o mesmo por outros mais.

No dia anterior à esse período de internação eu já tinha acumulado algum saber a respeito das condições da minha mãe, coisa que serviu de parametro empírico para interromper medicações no ambiente domiciliar, e tambem decidir onde levar em situação de emergencia. Percebi no dia anterior à internação um provável inicio de evento cardíaco. E como ela é matriculada no ambulatório de marcapasso do Hospital São Paulo, a decisão de levá-la ao PS desse hospital ficou bastante evidente para mim. Claro que eu esperava tambem que as outras questões do seu quadro clínico fossem observadas.

Com o auxílio do meu velho e estimado amigo Werner Heying, chegamos no dia 5 de Janeiro quase à meia noite no PS do HSP. Lá passamos eu e a minha mãe a noite toda acordados, aguardando uma definição baseada nos exames iniciais. E com o sol raiando veio a solicitação de proceder a internação. Aí eu já estava vendo que tinha acertado plenamente na escolha.

O primeiro momento em que comecei a sentir segurança foi quando o médico que a atendeu disse que ela não devia tomar nenhum dos medicamentos que eu já havia suspendido e que necessitava de medicação para a função cardíaca, coisa da qual não fazia uso.

Mais tarde, ainda na madrugada, ela foi levada à uma pequena sala para colher amostra de urina, retirada com sonda. Ali comecei a ter outra visão desse profissinalismo. A enfermeira, uma dessas a quem ninguem dá nada, deixou claro nos procedimentos que era muito profissional. Tive ali uma pequena decepção comigo mesmo ao constatar que os meus procedimentos eram insuficientes, por não ter sido devidamente orientado anteriormente no que diz respeito à manutenção diária da minha mãe. Com bastante agilidade e desenvoltura a enfemeira não apenas colheu a amostra mas tambem procedeu uma higiene no quadril, de uma forma bem diferente do que eu mesmo fazia.

Com a internação já determinada e procedida documentalmente, voltei ao corredor do PS e para a minha surpresa ela não estava mais lá. Foi tomar banho antes de ingressar na sala de observação. Então mais uma vez eu vi que as coisas ali seriam bem diferentes. Havia 3 pessoas dando banho nela. Vamos nos lembrar que estamos falando de um PS público, lugar que tem habitualmente uma fama nada agradável na população.

Poucos dias depois veio a confirmação concreta de que ela estava nas mãos mais apropriadas. Quando compareci para a visita diária ela não estava mais na enfermaria e sim na emergencia clinica. A pressão havia caído demais. Fui lá e pela abertura da porta vi o médico de braços cruzados em frente ao leito da minha mãe com os olhos pregados nela, tal e qual um soldado em guarda. O chamei, conversamos e ele me elucidou a gravidade da situação – risco de vida. Estamos falando aqui de um paciente com idade bem avançada, portador de patologia degenerativa irreversível. Uma situação muito complicada.

Pois ainda assim, usando o fiozinho de vida que restava naquela hora, conseguiram estabilizar e dali foi para a uti.

Desde o período do início da internação até o presente momento, perdi a conta de quantos médicos a assitiram e não seria mais capaz de listar os nomes. Mas posso afirmar com muita segurança que não apenas é uma equipe muito competente, muito bem orientada, como tambem muito conscientes do caráter humano em toda a conduta. Me impressionaram em todos esses aspectos.

A sequencia de eventos é muito extensa e não seria possível detalhar. Hoje, após mais de 30 dias de internação, com o estado ainda grave, alguns sucessos foram obtidos embora no meio de perdas significativas que são consequencia das condições de incrivel fragilidade do paciente. No dia de ontem fui abordado pela psicologa no horário de visita. Já não estranho mais essas novidades pois compreendi que o atendimento é dado ao paciente mas a relação com ele é efetivamente no ambito familiar. De uma forma tal que eu diria que essa conduta é um genuíno exemplo a ser veiculado.

Ainda vivendo o stress profundo de uma luta contínua por uma vida, me sinto muito inclinado a desde já agradecer do fundo do coração à toda equipe (são muitas pessoas), que dá sustentação à vida, conforto físico e psicológico, empenho nos procedimentos, interesse pela família, carinho no trato com o paciente e familiares, à pessoa que me deu a vida e que tambem já cuidou de mim quando eu ainda era completamente dependente de alguem.

Por isso resolvi definir essa incrível equipe como anjos da guarda de plantão. Com muito mérito, posso garantir. Sim, acertei na mosca nessa escolha.

À todos voces, meu muito obrigado pelo que já se fez e pelo que ainda há pela frente.

Como diria a minha própria mãe – “Deus te pague”.

Um dos grandes males da nossa sociedade está representado diáriamente pelo consumismo que é nada mais que a fundamentação de comportamentos compulsivos. Há gente que troca de computador quando basta única e tão somente uma manutenção sistemica ou a reinstalação do sistema operacional. Há pessoas que compram um novo celular com novas funções, com preço equivalente às suas capacidades, mas que o utilizarão na esmagadora maioria das vezes apenas para fazer e receber chamadas. Também há os que adquirem planos de acesso ilimitado para falar, às vezes horas a fio, quando poderiam na verdade apenas aguardar o momento de um encontro com o interlocutor e então conversar sobre tudo que quizer.

Há pessoas que compram carros a prestações infinitas porque o carro é novo e carro velho é sinonimo de falta de dinheiro, mas se esquecem que carro novo é na maioria das vezes sinonimo de dívidas. Há quem compre roupas semanalmente e mandam para o lixo outras que nem sequer perderam ainda um botão.

Vivemos uma forma de sociabilidade onde mostrar algo de si é coisa respaldada atualmente na imagem visual e padrões comportamentais. Isso já se extendeu para a esfera profissional onde voce não é mais julgado pelo que faz e sabe, mas tambem pelo que mostra no plano pessoal, no approach na sociedade.

Há uma coisa nas nossas vidas que é permanente para o restante da existencia da humanidade – trabalhamos para sobreviver. A forma como fazemos as duas coisas e o destino que queremos dar à nossa sobrevivencia é caso a se discutir de forma individual. Atualmente as pessoas tendem a assumir padrões de conduta com o objetivo de angariar aceitação na comunidade, o que teóricamente lhes garantiria inserção. Sem meias palavras digo com muita certeza de que um procedimento dessa espécie é totalmente inaplicável na vida de um médico no seu ambiente profissional.

Costumo dizer que atualmente vivemos para tudo que está do lado de fora da porta de saída dos nossos lares. Aliás, o termo lar já caiu em desuso e deu lugar ao termo ´casa’. Isso porque a idéia clássica de lar já caiu por terra há muito tempo junto com a noção de vida familiar e união matrimonial.

A maioria das pessoas estão com as suas mentes continuamente ocupadas com os métodos de atingimento da felicidade. E num mundo onde tudo muda repentinamente, a felicidade almejada é sempre de maior intensidade e a sua busca sempre em prazos cada vez menores. Continuar Lendo »

Isso mesmo, São Paulo comemora hoje 4 séculos somados à minha idade e com uma folga de 2 anos. São Paulo comemorou 400 anos dois anos antes de eu vir ao mundo. Sou paulistano por contingencia pois nasci no interior do estado e com um ano de idade os meus pais se mudaram para cá e aqui estou até hoje. Me tornei um paulistano com sentimentos enraizados nas regiões de plantações, matas, animais, cheiro de terra, de galinheiro, e assim por diante. Me lembro do cheiro de galpões de ferramentas, empoeirados. Até o pó do interior é característico. Me lembro da umidade da grama em todas as manhas. Me lembro do som das patas de cavalos puxando carroças pelas ruas de Ribeirão Preto. Tudo isso são lembranças com mais de meio século.

Neste meio século a cidade mudou demais. Me lembro de ter ouvido a música da campanha de Jânio Quadros e os cartazes da antológica vassoura. Me lembro tambem de ter visto o próprio Jânio passando na minha frente a 2 metros de distancia. Foi assim que descobri que ele era meu vizinho nos anos 70.

Quando eu era criança havia tão poucos prédios nesta cidade que eu podia ouvir o som dos motores de aviões no Aeroporto de Congonhas bem cêdo, lá pelas 7 da manha, quando eu estava já na rua, de terra, pronto para brincar sabe-se lá de quê. Lá não havia calçada, asfalto, supermercado e coisas assim. O mesmo lugar hoje tem todas as facilidades que uma cidade moderna pode proporcionar.

Sinceramente gostava mais daquela minha vidinha da infancia do que a vida de metrópole de hoje. São Paulo virou um genuíno caos. Na minha infancia ainda presenciei um evento que virou tema de música – a garôa. Sou um privilegiado remanescente da São Paulo da garôa. Também ouvi uma coisa que hoje há gente que nem sabe que existiu, o apito de caldeira a vapor que sinalizava os horários de inicio de expediente, almoço e final de expediente em fábricas. Continuar Lendo »

Pode parecer piada mas a mecanica pode influenciar os rumos de uma vida. As nossas vidas são sequencias de acontecimentos entrelaçados e em toda história há um evento iniciador que marcou de forma simbólica um período das nossas vidas. As imagens acabam se tornando registros definitivos e são como um tipo de título nas nossas memórias. Gosto de recordações da vida pois essas imagens podem, de forma singular, nos fazer lembrar de uma sequencia de fatos marcantes, tornando-se assim a referencia principal.

Há mais de 15 anos eu passeava num sábado à tarde, tranquilo num bairro próximo à minha casa quando passou ao meu lado uma Alfa Romeo Giulia sendo rebocada por outro carro. Percebi que se tratava da tentativa de fazer a Alfa funcionar.

Pouco depois encontrei na pracinha da foto os dois carros, pai e filho olhando incrédulos para o interior do capô aberto da Alfa. A cena típica de duas pessoas se empenhando em tentar entender o misterioso comportamento de uma máquina cheia de peças que simplesmente se negava a fazer o que é mais básico nesses mecanismos – funcionar corretamente.

Me aproximei, me apresentei e perguntei o que acontecia. Com as devidas explicações fornecidas, que na verdade não explicavam nada pois compunham uma lista de dúvidas quase indecifráveis, perguntei se poderia dar uma olhada. Pedido aceito, comecei a verificar o sistema de ignição. Bingo! Os cabos de velas estavam trocados. Bastou mais uma tentativa e o carro de dois carburadores horizontais italianos, começou a funcionar de forma um tanto precária mas mínimamente sustentável.

Dali seguimos para a garagem do proprietário e assim começou nessa tarde uma interesante amizade. Em seguida conheci a família, composta de tres filhos adolescentes e a primeira esposa. Não tardou muito para que o casamento, que já andava em moldes similares ao da Alfa do filho, viesse a deixar de funcionar definitivamente, ao mesmo tempo em que a Alfa foi melhorando sempre que havia tempo para reparar algo, coisa que em casamentos nunca dá certo, mas com carros dá.

Jamais conheci alguem que tivesse uma vida linear. Todos estão sujeitos a altos e baixos e isso simplesmente faz parte da vida. E um dia, talvez dois anos depois, recebi um telefonema do amigo que resolveu enfim aceitar o meu convite para um chopp. Finalmente, depois de uma certa insistencia minha, ele resolveu que seria melhor passear um pouco do que tentar resolver os seus problemas num dia da semana em que ninguem iria ouvi-lo para nada.

Bingo novamente! Neste dia numa lanchonete no bairro de Moema, o Ponto Chic, na única vez em que saímos para um passeio meu amigo e sua atual esposa se olharam pela primeira vez. Para ser honesto eu fiquei contente com aquilo, muito embora não acreditasse naquele momento que uma história de vida estivesse começando. E menos ainda que uma Alfa Giulia fosse o elemento da trama que nos colocou em contato.

Hoje o meu amigo segue casado com a sua segunda esposa, não mora mais na caótica cidade de São Paulo, e agora se tornou escritor, tendo lançado o livro “Histórias de humor para quem está de bem com a vida – ou quer ficar”.

Luiz Loureiro concretizou um dos seus desejos, escrever cronicas. E ainda por cima no interior, longe de todo o movimento estressante da cidade onde ele fez a sua vida e onde comprou uma Alfa Giulia como presente para um dos seus filhos.

Atualmente, a cena da Alfa parada na rua com os dois olhando o capô, me vem à mente como se estivesse acontecendo agora. E olhando para trás nessa história vejo as imagens como uma titulagem de um processo de longo prazo onde um determinado acontecimento me colocou na linha do tempo, num momento em que eu nem poderia imaginar quais lances se sucederiam na sequencia. E menos ainda que eu estivesse presente em alguns deles.

Recordações nos fazem saber que estamos na vida como entes ativos, participando de diversos acontecimentos. E mais ainda, elas nos dizem que na verdade sempre há algo por vir, pois elas que num passado distante foram um acontecimento em si, se tornaram na atualidade uma referencia das nossas vidas. Como diz o velho refrão, recordar é viver.


Há dois anos, em 20 de Dezembro de 2009, nasceu este blog com a pretenção de ser o meu espaço particular de divulgação de idéias, lembranças e pensamentos meus. Começou ‘bem nascido’, conforme o título da primeira postagem – Feliz Aniversário – Um blog bem nascido!

Na data em questão a minha mãe, que é justamente quem ilustra o post com uma foto, fez 83 anos, e como se pode ver, com um belíssimo sorriso. Mães são os sêres a quem devotamos um sentimento muito especial e nobre, e as justificativas não faltam. A mais comumente citada é justamente o fato de elas terem cuidado de nós quando éramos nada mais que criancinhas indefesas que acreditam num pequeno mundo onde a segurança vem sempre da mesma fonte, os nossos pais.

Foram eles, e com uma enfase especial para as mães, que nos puseram no mundo, nos criaram, suportaram as nossas malcriações infantis, os nossos males, a nossa preguiça, as nossas necessidades.

Posso dizer de boca cheia que tive um pai e uma mãe incomparáveis. Pessoas de vida simples e de muita luta. Curiosamente e minha mãe conheceu o meu pai acamado na Santa Casa de Ribeirão Preto, onde ela trabalhava na enfermagem. Já começou a vida cuidando de pessoas. Mais tarde fez o mesmo pelo pai dela e depois pelo marido tambem. E lá no começo eu tambem fui cuidado como toda criança é.

Não posso negar nada a ela, que hoje se encontra incrivelmente debilitada e quase sem chances de recuperação. Não posso dar a ela tudo que ela merece e que eu gostaria muito de dar. Mas posso dar de mim, do meu empenho, o meu papel de filho que inclui cuidar agora de quem me deu a vida e cuidou precisamente da minha quando vim ao mundo.

O que ela não pode sentir de nenhuma forma é desamparo. A sensação da minha eventual ausencia é compreendida por ela, mesmo com a lucidez já comprometida. Ela tem consciencia das nossas limitações e sabe que eu não nego esforço, que faço tudo que posso.

Neste mes no dia 20 fará 85 anos. É uma vida longa, uma história de vida que daria facilmente um livro que contaria muita dedicação ao próximo e esperança contínua de uma vida melhor, sem contar a compaixão nata dela com os desfavorecidos.

Merece e como poucos um aniversário dos melhores. E tenho a sensação de que se o público dela no seu aniversário estiver resumido à minha pessoa, para ela será um público muito bem vindo. Um salão de festas lotado seria um nada para ela sem a minha presença.

Tenho a grande responsabilidade de estar constantemente apto a tomar atitudes, e isso inclui cuidar de mim mesmo tambem. Eu não posso faltar a ela, nem hoje nem enquanto estiver neste mundo. Agora ela precisa de mim continuamente. Entre tantas coisas devo ser solidário a ela tambem. Sim, solidariedade no seio familiar tambem deve existir. E eu serei com ela, sem dúvida nenhuma.

O SUS, o Lula e eu

Vamos fazer umas críticas, mas, pontuais e com os devidos detalhes que eu considero importantes. Eu sou uma das pessoas que fez críticas sobre as notícias do tratamento de saúde do ex-presidente Lula.

Antes de mais nada quero dizer que não passa pela minha cabeça a idéia de tripudiar da saúde de uma pessoa que vai se tratar do mesmo mal que matou o meu pai há anos. Eu sei bem o sofrimento que isso representa e a impressionante e contínua ansiedade, tanto do paciente quando da família. Não desejo isso a ninguem, nem ao Lula, em que pese eu ser anti-lulista de carteirinha. Vou dividir o meu pensamento sobre esse tema em partes, que seguem abaixo. Continuar Lendo »

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